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Seac-RJ completa 53 anos de história no setor de serviços no Rio de Janeiro

Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio de Janeiro (Seac-RJ) completa hoje, dia 11 de julho53 anos de história com forte atuação em defesa do crescimento do setor de serviços no estado.

Durante todos esses anos, a entidade sempre se mostrou ativa em importantes discussões que envolvem as empresas que atuam no setor, tanto em nível estadual, quanto nacional. O presidente Ricardo Garcia mantém diálogo aberto com diversas entidades, em prol do crescimento econômico da nação.

O Seac-RJ representa no Rio de Janeiro 1,2 mil empresas, que empregam 150 mil trabalhadores formais. As empresas de asseio e conservação do Estado do Rio investem, por ano, cerca de 15 milhões de reais em treinamento.

 

Terceirização

Uma das questões mais debatidas pelo Sindicato é a aprovação do PL 4330/04, que irá regulamentar a terceirização no Brasil. O projeto voltará a ser analisado pelo Senado Federal ainda neste ano.

“O marco regulatório é fundamental para que a atividade terceirizada seja mais respeitada, com os direitos dos trabalhadores assegurados e também com maior segurança jurídica para os empresários. A batalha ainda não acabou, mas vamos continuar colaborando para esta causa explicando quantas vezes for necessário que terceirização não é sinônimo de precarização e, sim, de crescimento para todos, pois beneficia a cadeia produtiva como um todo, inclusive, o trabalhador e o consumidor final”, afirma Ricardo Garcia.

Aumento de impostos

Outra questão que está sendo tratada neste ano pelo Sindicato é o possível aumento de carga tributária com a simplificação do PIS e Cofins, que passará a ter a alíquota de 9,25% para todos os tipos de empresas. Para Ricardo Garcia, que também é presidente do Conselho Empresarial de Serviços Terceirizáveis (Cest), os impactos no setor de serviços devem ser considerados pelas autoridades.

Crise no Rio“O setor de serviços não aguenta mais aumento de impostos e precisa ser encarado com mais responsabilidade pelas autoridades desse país. Temos que impedir esse novo reajuste, pois vai gerar mais dificuldades para o setor e, possivelmente, a falência de empresas e o aumento do desemprego. É uma situação que absolutamente não queremos para o país. Deixem-nos trabalhar em paz e seremos grandes colaboradores para transformar o Brasil numa grande nação”, declarou Garcia durante o seminário “Ameaças de aumento de impostos e seus impactos sobre as empresas”, realizado na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio).

Em seu papel como representante das empresas de serviços no Rio, o Sindicato tem atuado incisivamente nas negociações com o governo estadual, que atravessa uma crise financeira e não repassa pagamentos de contratos com empresas prestadoras de serviços há mais de um ano. A dívida acumulada já ultrapassa R$ 500 milhões.

“As empresas já não têm mais caixa para sustentar esta situação, mantendo os serviços e o pagamento dos salários dos seus funcionários sozinhas. E o aumento de impostos certamente vai agravar a crise que já afeta esses empresários. Sem falar que ainda enfrentamos a cultura do calote tão enraizada no setor público”, destaca Ricardo Garcia.

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